
Artigo
Treinamento baseado na experiência em educação remota de emergência
Neste sentido, outro texto importante para a construção de nosso objeto é o
artigo de Paola Costa que, em referência ao tema da colaboração entre pares,
identifica as principais linhas do mesmo e que formalizam com uma
classificação de seus campos em a) metacognição, b) colaboração e c)
competências digitais. (Costa, 2020, p. 113)
Da mesma forma, no XXII Congresso Internacional EDUTEC, realizado em
Lima em novembro de 2019, são listadas as diferentes linhas de colaboração
que são evidentes entre os estudantes, a saber: a) colaboração técnica, sobre
dispositivos, procedimentos, b) colaboração relacional, que tem a ver com
acompanhamento, emoções e apoio recíproco, c) colaboração acadêmica,
sobre questões relacionadas ao estudo, trabalhos de casa, etc.
Foi demonstrado que o estilo de trabalho dos professores é decisivo para
estabelecer o tom nas salas de aula. Entretanto, deixamos isso aqui fora de
questão.
Nosso principal interesse é focado nas experiências dos estudantes, suas
experiências, o conhecimento do que tem sido significativo, relevante ou
problemático para eles. A idéia é conhecer suas experiências, seus
sentimentos e as formas em que eles os expressam.
Por outro lado, é necessário destacar que, na busca de soluções para seus
problemas, os estudantes encontram na colaboração uma ferramenta
insubstituível para superá-los. (Miranda. 2019 p. 333), "Exploración del
contenido de foros de discusión en línea sobre conocimiento previo desde la
metodología instrucional SOOC", aborda o problema da qualidade do
conteúdo dos fóruns, identificando os temas emergentes neles. A
classificação ocorre em três níveis, a saber, cognitivo, colaborativo e social.
Ele codifica as características da interação e identifica atitudes colaborativas
como respostas a: pedidos de ajuda, resposta a pedidos de colegas estudantes.